Como esse cuidado acontece
Na terapia alimentar, a criança participa de experiências planejadas com os alimentos. O caminho pode começar por tolerar a presença, servir, explorar, tocar ou cheirar — antes de qualquer expectativa de provar.
Esse trabalho acontece junto à avaliação nutricional e às orientações para casa. Assim, o que é vivido no atendimento conversa com a rotina da família e com as necessidades reais da criança.
Onde a terapia alimentar está presente
- Seletividade e recusa alimentar persistente.
- Alimentação no autismo e em outras neurodivergências.
- Dificuldades com textura, cheiro, aparência ou mistura.
- Medo, ânsia, fuga ou desconforto diante dos alimentos.
- Rigidez com marcas, embalagens e apresentações.
- Introdução alimentar com barreiras de progressão ou participação.
- Outras dificuldades que exigem experiências alimentares graduais.
Os objetivos são individualizados e acompanham as necessidades, o ritmo e as possibilidades de cada criança e de sua família.

